A mãe

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A mãe é aquela criatura divina, que por 9 meses carregou a mais preciosa vida em seu ventre. É também, aquela que sentiu todo o peso, as dores nas costas e nas pernas. E que vivenciou as dores de um parto, seja normal ou cesárea.

A mãe empresta seu físico e energia para ver o seu filho nascer e depois terá que aprender a viver com um novo corpo, que talvez nunca mais volte ao que era antes.

Mãe é aquela que por meses, e até anos não dorme uma noite inteira. É aquela que sente a exaustão tomar conta do seu corpo e mente. A mãe chora, respira fundo, conta até 10 e às vezes explode. Ou às vezes esconde todos esses sentimentos do mundo só para não precisar ouvir: “Mas e por quê está estressada?”

Mãe é correria, ela cuida do filho(os), dá banho, alimenta, faz dormir, leva para a escola, arruma mochila, verifica a agenda, cuida da casa e do marido, e muitas vezes ainda trabalha fora.

Mãe não tem férias, não tem descanso após o expediente de trabalho, não tem final de semana ou feriado. Mãe é trabalho não remunerado que dura 24 horas por dia, e se o dia tivesse mais horas duraria mais essas horas extras.

Tem mãe que também é pai e tem mãe que tem ajuda. Tem mãe que se vira nos trinta e outras que se sentem perdidas. Mas ainda assim, ser mãe é amar infinitamente, é sentir um amor absurdo que chega a doer no peito. É olhar para o ser mais puro do mundo e sentir todas as energias recarregadas.

Mas ainda assim, ser mãe é amar infinitamente, é sentir um amor absurdo que chega a doer no peito.

Basta um olhar, um sorriso ou um carinho para sabermos que tudo vale a pena.

A mãe é um ser humano de carne e osso, que sangra, que sente e cansa. Por isso desejo que neste dia das mães todas nós possamos sentir apenas a alegria da maternidade, sem o peso da perfeição. Porque ser mãe é todo dia!

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